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Clique nos links abaixo e confira as dicas que a ZM Pneus selecionou para você ter um aproveitamento melhor de seus pneus:


Pneus carecas aumentam risco de acidentes

Estimativa é de que carros mal conservados são responsáveis por 20% dos acidentes.
Dirigir com pneu careca é infração grave e pode gerar multa de R$ 127.

Os números mostram que a nova "lei seca", em vigor desde 20 de junho de 2008, diminuiu o número de acidentes nas estradas. A polícia faz operações e multa motoristas, mas os perigos nas rodovias são muitos. Em uma blitz na BR-153, policiais rodoviários encontraram vários carros com pneus carecas.

Um feirante foi flagrado dirigindo uma caminhonete, no perímetro urbano de Goiânia, com pneus em péssimas condições. “Nós já não sentimos mais nada no pneu traseiro. Está completamente liso, não dá estabilidade, não dá aderência nenhuma ao asfalto. Esse não pode circular de jeito nenhum”, disse o inspetor da Polícia Rodoviária Federal, Marcus Vinícius Rodrigues, ao analisar o veículo.

O outro pneu que parecia melhor, mas também tinha problemas. “Nós podemos ver rachaduras e ele vai soltar a borracha. Ele já foi colado, está soltando à toa. Vai soltar os pedaços e, a qualquer hora, estará descolando todinho.”

Dirigir com pneus carecas é infração grave. São cinco pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 127. O feirante ainda vai ter que pagar outra multa porque estava sem o estepe, equipamento obrigatório do veículo.

Um comerciante terá de trocar os dois pneus da frente e o estepe para seguir viagem. “O estepe já está no aço”, apontou o inspetor da Polícia Rodoviária Federal. “Nem tinha reparado”, disse o motorista.


Estimativa

A estimativa da Polícia Rodoviária Federal é de que carros mal conservados, com pneus carecas, são responsáveis por cerca de 20% dos acidentes nas estradas. Por isso, os motoristas devem estar atentos: a troca tem que ser feita antes de o pneu ficar completamente liso.

“É arriscado e muito. O condutor sabe disso, mas muitas vezes não olha, não presta atenção e acha que tem condições de rodar mais um pouco e gastar o dinheirinho mais na frente, mas não vê que ele está colocando a vida dele em risco, que vale muito mais”, afirma o inspetor da Polícia Rodoviária Federal, Marcus Vinícius Rodrigues.


Indicador de Desgaste

Para saber a hora certa de fazer a troca, o engenheiro mecânico Jalles Carlindo da Costa ensina que é preciso checar o indicador de desgaste do pneu, principalmente antes de pegar a estrada. "Você observa o indicador de desgaste, um triângulo, ou então a indicação TWI e segue o centro do pneu. No centro do pneu, você encontra uns ressaltos. No momento em que a banda de rodagem, que é a face, estiver na mesma altura do indicador de desgaste no centro, ou seja, entre os sulcos, está no momento da troca", explica.

Fonte: G1 - Globo


Sulcos dos pneus e retirada de uso

Os pneus modernos trazem indicadores de desgaste (TWI), normalmente indicados por um triângulo ou as letras TWI impressos na lateral (Região do ombro do pneu). Esta marcação indica a posição real do TWI na banda de rodagem.

Indicador de Desgaste de Pneus

A profundidade do desenho (frisos/sulcos) da banda de rodagem dos pneus devem ser verificadas regularmente, pois conforme a Resolução nº 558/80, art. 4º, do Contran – Conselho Nacional de Trânsito – "fica proibida a circulação de veículo automotor equipado com pneu cujo desgaste da banda de rodagem tenha atingido os indicadores (Tread Wear Indicators – TWI) ou cuja profundidade remanescente da banda de rodagem seja inferior a 1,6 mm". Ou seja, os sulcos não devem ter profundidade restante igual ou inferior a 1,6 mm. 
Pneus com esta profundidade de frisos/sulcos alem de não oferecerem segurança aos usuários estão sujeitos a multa e apreensão do veiculo.

Quanto menor for a profundidade restante dos sulcos, maiores serão os riscos de acidentes pela redução de aderência em piso molhado.


Mito

Muitos ainda adotam que o momento certo da substituição dos pneus é quanto o desgaste atinge a marca do TWI, porem já foi comprovado que pneus nestas condições apresentam grande ineficiência em relação a aderência/aquaplanagem, provocando uma alta exposição do usuário deste veículo a acidentes.


Para que você não sofra nenhuma surpresa, susto ou risco, recomendamos que:

Os pneus de passeio sejam substituídos com 3,0 mm de borracha considerando o ponto mais baixo (Gasto) pois não oferecem mais segurança ao motorista e sua família.

Os pneus de Pick-ups sejam substituídos com 5,0 mm de borracha considerando o ponto mais baixo (Gasto) pois não oferecem mais segurança ao motorista e sua família.


Meça sempre o sulco dos pneus!

Pneus de passeio novos medem em média cerca de 7 a 8 mm.
Pneus de Pick-up novos medem em média cerca de 11 a 13 mm.

Manutenção preventiva garante segurança e economia

Cuidar do carro é cuidar da vida. A manutenção automotiva, além de prevenir acidentes traz economia para o bolso do consumidor. Segundo levantamento realizado pelo Grupo de Manutenção Automotiva (GMA), a falta de manutenção é uma das mais importantes causas de acidentes com veículos, deixando um rastro de destruição, mortos e incapacitados. Veículos quebrados em vias públicas muitas vezes geram congestionamentos que atrasam a vida de todos além de ser a causa de diversos acidentes. Dados mostram que 48% dos acidentes em perímetro urbano e 14% nas estradas são causados por veículos em mau estado de conservação.

A pesquisa do GMA ainda mostra dados do IBGE em que o Brasil aparece como responsável por 10% de todas as mortes ocorridas no mundo em conseqüência aos acidentes automobilísticos. A Fenaseg (seguro obrigatório) indeniza anualmente quase 40 mil mortes no trânsito brasileiro (3,4% do total de óbitos), os acidentes de trânsito somados à violência urbana figuram como a segunda causa de morte no Brasil superada apenas pelas doenças cardiovasculares e os acidentes de trânsito matam mais que câncer de pulmão e mama somados. Para cada óbito, há cerca de 15 feridos, alguns dos quais com lesões irreversíveis e limitadoras.

A manutenção preventiva também garante economia para o bolso dos proprietários dos veículos. Um exemplo disso é a troca do catalisador inoperante. O catalisador com problemas de funcionamento aumenta em até 10% o consumo de combustível. Conforme estudo do Sindicato de Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa), o catalisador inoperante por conta de quebra, derretimento ou entupimento aumenta o consumo de combustível, que em um ano pode chegar a mais de R$ 500,00.

“A manutenção preventiva garante segurança no trânsito, economia em consumo de combustível, diminuição das emissões de poluentes e menos riscos à saúde causados pela poluição do ar”, afirma Everaldo Sajioro Jr., Diretor Presidente da Mastra, fabricante de Escapamentos e Catalisadores.

Do total de 28 milhões de veículos (dados do Estudo da Frota do Sindipeças), 57% já ultrapassaram os 100.000 km rodados. A média anual de quilometragem é de 13.275 e tem permanecido estável nos últimos anos, indicando que o motorista mantém o mesmo padrão de utilização do seu veículo. Contudo, 53% dos carros com mais de cinco anos de uso já têm quilometragem superior a 50.000 e 25% já ultrapassaram os 100.000km.

A cadeia de reposição automotiva, com o apoio de órgãos públicos (DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito e CET – Companhia de Engenharia e Tráfego) e do SENAI-SP – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, lançaram a campanha “Carro 100%”, para conscientizar o motorista a cuidar preventivamente de seu veículo. Sob a coordenação do GMA - Grupo de Manutenção Automotiva, o “Carro 100%” é a primeira iniciativa do setor que visa mostrar para o motorista a importância de fazer a manutenção preventiva em seu veículo.

“A Mastra apóia esta iniciativa, inclusive divulgando os objetivos da campanha em seu informativo interno, destinado ao canal de vendas e materiais de comunicação voltados para os proprietários dos veículos”, esclarece Everaldo Sajioro Jr.

Quando trocar o catalisador - Um catalisador genuíno, que vem no veículo novo, tem durabilidade mínima de 80 mil quilômetros. Trincas, quebras, derretimento e entupimento da cerâmica também são sinais para a troca imediata, além da não conversão dos gases. Os catalisadores para o mercado de reposição têm durabilidade mínima de 40 mil quilômetros conforme regulamentação do Conama. A verificação deve ser feita por profissionais especializados em oficinas e centros automotivos.

O sistema de exaustão de um automóvel é composto por peças interligadas, chamadas de: tubo dianteiro, catalisador, silencioso intermediário e silencioso traseiro. A função desses componentes é filtrar e reduzir a emissão de gases provenientes do motor, assim como controlar seu nível de ruído. Quando danificado, a substituição pode ser parcial, ou seja, apenas algumas das partes que compõem o sistema podem ser trocadas.

A vida útil dos escapamentos originais é de cerca de dois anos, pois com o tempo de uso é natural a deterioração. “O mau funcionamento do sistema de exaustão colabora com o aumento direto do consumo do combustível, além de causar uma mudança nas taxas de contra-pressão, que provocam alterações no sistema de injeção, arraste de óleo do motor e desgaste prematuro de peças”, explica o gerente de Engenharia e Qualidade da Mastra Indústria e Comércio, fabricante de Escapamentos e Catalisadores, Valdecir Rebelatto.

Quando trocar o escapamento - O escapamento deve ser substituído quando o proprietário notar alterações no nível de ruído do veículo, caracterizado por sopros de gases, chocalhos no catalisador, som estridente, ressonâncias ao trocar marchas, entre outras, e também quando sentir que o veículo está com baixo rendimento (amarrado) ou com excesso de consumo de combustível, é recomendável checar o sistema de escape.

Momento descontraido. Vídeos inusitados.

Dicas de como não trocar o pneu



Manobra absurda



Vídeos engraçados

Blindado pede cuidado extra na manutenção.

Serviços são mais frequentes nesses carros e peças podem custar mais.

Manter um blindado, mesmo os ainda novos, é bem mais caro do que no caso de um veículo comum. O peso extra da blindagem, que pode adicionar até 200 kg ao carro, sobrecarrega diversos sistemas, como suspensão e freios. Além disso, o motor precisa trabalhar mais. 

Com esse esforço extra, a durabilidade desses sistemas é menor que em um carro sem blindagem. Por isso, seus componentes têm de ser trocados com mais frequência. Amortecedores, buchas e batentes sofrem mais e devem ser revisados anualmente.

A blindagem também precisa ser verificada. Quando as camadas do vidro blindado se descolam – é a chamada delaminação –, a proteção contra tiros é reduzida. O procedimento de restauro custa R$ 700 na Mega Blindados (5585-9785), da zona sul.

Trincas e rachaduras também têm de ser reparadas, pois enfraquecem o vidro e comprometem toda a blindagem.

BLINDADO 
No Brasil, apenas a Mercedes-Benz oferece os chamados blindados “de fábrica”. Segundo a montadora, a manutenção é mais simples. O carro já “nasceu” para receber a blindagem; suas peças estão preparados para ter o peso extra.

O plano de manutenção é semelhante ao de modelos sem a proteção, ainda conforme a montadora. “Os componentes são originais e desenvolvidos especialmente para o uso em veículos blindados”, explica o gerente de pós-vendas da montadora, Nivaldo Mattos.

Os preços das peças são bem superiores e elas demoram para ser entregues – o dobro do tempo de uma comum. O prazo pode chegar a dois meses.

RESGATE
A dificuldade de ser aberto é um complicador em blindados envolvidos em acidentes com vítimas. O processo de resgate é mais demorado e requer ferramentas especiais. Corpo de bombeiros e concessionárias de rodovias recebem treinamento para este fim.

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